Sabe quando você se sente na pontinha de um trampolim de uns cinco metros de altura e vai saltar numa piscina onde não dá para ver o fundo e não se tem certeza de sua profundidade? É mais ou menos assim que ando me sentindo em relação ao futuro.
Incertezas, dúvidas, encruzilhadas... Quando terei respostas para as minhas perguntas? Qual é meu objetivo nesse mundo? Quando essa tortura em tentar me encontrar vai enfim terminar? Creio que, se não pensasse tanto - em tudo que engloba a vida em si - talvez não me torturasse tanto também.
Mas pensar, imaginar, ler, buscar fontes em músicas, livros, pessoas, aprender novos idiomas, viajar, fazer novos cursos são instrumentos para a busca não só de conhecimento como de um futuro, e se for mesmo, devo estar no rumo certo. Graças a Deus adoro tudo isso e estou sempre pronta para conhecer pessoas e coisas novas, porém, que caminho difícil de se encontrar...
Acho que na verdade tenho pressa. Tenho medo também de envelhecer e me ver sem conseguir fazer metade do que planejo. O tempo passa muito rápido! Nós nos colocamos expectativas demais e acabamos nos frustrando quando o que idealizávamos antes não acontece.
Pois é... A piscina está logo ali, e eu prestes a pular. Sei nadar, mas não exemplarmente. Não tenho bóias. E agora?
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